A economia solidária unindo trabalhadores brasileiros e uruguaios: sustentabilidade e renda

A visita do presidente do Uruguai, José Mujica, à Cooperativa dos Catadores de Novo Hamburgo, região do Vale dos Sinos, teve mais um momento inspirado no discurso do governante do país vizinho, que vem se notabilizando por medidas inovadoras na gestão. Ele afirmou que a experiência de integração, ora festejada, era um meio importante dos trabalhadores aprenderem a ser livres.

Trata-se de um conjunto de atividades que unirá pelo menos cento e trinta e cinco protagonistas da chamada economia solidária, do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais e da nação charrua. Envolverá da reciclagem do plástico à transformação dos materiais em tecido por costureiras. Um processo que vai além da questão da sustentabilidade.

Isso porque a estimativa é de que a renda mensal dos profissionais aumentará em 40%. O que significa que no município gaúcho de colonização alemã os catadores alcançarão uma faixa entre 1400 e pouco mais de 2.000 reais. Talvez seja pouco para que as classes assalariadas dos países mais afetados pela crise na Europa observem melhor o que ocorre neste setor, por aqui, mas vale ressaltar a soma de esforços.

Quando os ministros do Trabalho e do Emprego do G-20 debatem o que fazer para superar os reflexos da dominação do capital financeiro e da irracionalidade que o sistema por ele comandado assume, comumente, o valor da solidariedade entre os segmentos subalternos fornece elementos para a análise do sentido das transformações que deveriam acontecer, visando-se a uma nova ordem mundial.

A visita do presidente do Uruguai, José Mujica, à Cooperativa dos Catadores de Novo Hamburgo, região do Vale dos Sinos, teve mais um momento inspirado no discurso do governante do país vizinho, que vem se notabilizando por medidas inovadoras na gestão. Ele afirmou que a experiência de integração, ora festejada, era um meio importante dos trabalhadores aprenderem a ser livres.

Trata-se de um conjunto de atividades que unirá pelo menos cento e trinta e cinco protagonistas da chamada economia solidária, do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais e da nação charrua. Envolverá da reciclagem do plástico à transformação dos materiais em tecido por costureiras. Um processo que vai além da questão da sustentabilidade.

Isso porque a estimativa é de que a renda mensal dos profissionais aumentará em 40%. O que significa que no município gaúcho de colonização alemã os catadores alcançarão uma faixa entre 1400 e pouco mais de 2.000 reais. Talvez seja pouco para que as classes assalariadas dos países mais afetados pela crise na Europa observem melhor o que ocorre neste setor, por aqui, mas vale ressaltar a soma de esforços.

Quando os ministros do Trabalho e do Emprego do G-20 debatem o que fazer para superar os reflexos da dominação do capital financeiro e da irracionalidade que o sistema por ele comandado assume, comumente, o valor da solidariedade entre os segmentos subalternos fornece elementos para a análise do sentido das transformações que deveriam acontecer, visando-se a uma nova ordem mundial.

Marcelo Dorneles Coelho

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